Séries e TV Emergência Radioativa | Conheça a história real da série do Césio-137 em Goiânia3 min de leitura Guilherme Jacobs
Conheça abaixo os principais detalhes do acontecimento, e se a série é fiel à verdade.
Com isso, não queremos dizer apenas que o caso do césio-137 aconteceu, mas que a forma pela qual Emergência Radioativa dramatiza os eventos é fiel à verdade.
Dos catadores aos membros da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), os personagens têm nomes diferentes das pessoas verdadeiras.
Mas, sim: a cápsula contendo o material radioativo de fato foi abandonada numa clínica meio demolida, e de fato foi recolhida por dois catadores, Roberto dos Santos Alves e Wagner Mota Pereira , que depois a venderam para um ferro-velho.
Uma publicação partilhada por Omelete (@omelete) Sim, a cápsula estava presente numa clínica do Instituto Goiano de Radioterapia (IGR), que operava num terreno da Sociedade de São Vicente de Paulo, e cedeu o espaço com a condição de que exames gratuitos fossem feitos para pacientes da Santa Casa de Misericórdia.
A Sociedade então acusou o IGR de descumprir o acordo, e ordenou que eles deixassem o terreno, que seria então vendido para o Instituto de Previdência e Assistência do Estado de Goiás (IPASGO).
Este iniciou a demolição da clínica, mas uma liminar obrigou a interrupção da obra em 1987.
Foi nesse ferro-velho de Devair Ferreira que o objeto foi aberto, e os 19, 26 gramas de cloreto de césio-137 começaram a se espalhar.
Também é verdade que o irmão de Devair, Ivo Ferreira , levou um pouco de césio para sua filha, Leide das Neves , que ingeriu partículas da substância quando jantou na mesa de sua casa, onde brincou com o ma